INEVITÁVEL

Estou a acabar os protótipos das minhas duas placas relevadas novas, para a série «É o mar que nos chama», baseadas em azulejos de figuras-avulso. Por mais que eu queira, é inevitável; a minha criatividade está demasiado formatada por 20 anos de azulejaria e às vezes libertar-me não é fácil – já ter feito algumas peças tridimensionais foi um princípio. Mas confesso que gosto de revestimentos murais, placas cerâmicas, de preferência de grandes dimensões e grossas, pesadas e a azulejaria tradicional portuguesa ainda continua a ser das poucas coisas que nos define como entidade, portanto, só tenho é de aproveitar toda a sua riqueza para a recriar e dar-lhe continuidade.

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