CAVALETES E PRANCHETAS, PREGOS E PARAFUSOS

A Câmara de Sintra avisou-me que não têm bancas para os feirantes, que cada um deve ter a sua. Claro que eu ainda não tenho uma e, tão em cima do acontecimento, vou ter de improvisar mais uma vez. Por sorte, aqui na oficina, cavaletes e pranchetas não faltam e vai ser com a prata da casa que eu me vou amanhar (a retenção de custos continua…). A questão vai ser entre haver uma parte de cima ou não; por um lado protegia-me do sol, por outro e, pensando em Sintra, protegia-me de chuva ou da humidade nocturna, que lá o verão é sempre duvidoso… Mas isso implica uma estrutura qualquer, que eu agora não consigo pensar… Portanto e, para já, acho que vai ficar mesmo assim. O importante é que as pessoas não se tenham de baixar. E quando eu me tornar uma verdadeira profissional nestas andanças, logo penso como vou fazer as coisas.

Anúncios

One thought on “CAVALETES E PRANCHETAS, PREGOS E PARAFUSOS

  1. devias era montar uma banca de câmbio. também era medieval, precisavas de menos espaço e lidavas com mais dinheiro… e como na altura não havia Banco de Portugal, acho que ninguém te iria pedir as garantias todas que exigem para se constituir um banco

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s